Cálculo sobre o custo por mil em campanhas publicitárias

O cálculo de CPM e as audiências no out-of-home

O CPM, ou custo por mil, é uma das métricas usadas no marketing para calcular o investimento feito por anunciantes em campanhas publicitárias. Trata-se de um indicador versátil, que pode medir o gasto por mil impressões, mil impactos ou mil pessoas únicas atingidas.

É comum que ele apareça em relatórios de entrega de resultados ou mesmo no planejamento de mídia para suas campanhas. Além disso, essa métrica é muito utilizada em veiculações na internet (buscadores, sites e blogs), na TV (aberta ou fechada) e na mídia exterior (outdoor, relógios de rua, abrigos de ônibus, etc.).

O CPM também está diretamente ligado a audiência de um anúncio, já que quanto maior o alcance de uma publicidade, melhor tende a ser o custo por mil.

Neste artigo, vamos facilitar as coisas e destrinchar o cálculo do CPM, suas variações e como ele se relaciona com a audiência de uma campanha em out-of-home. 

Ilustração de espaço de mídia em banca de jornais

Publicidade em bancas de jornal: por que fazer?

Os anúncios em bancas de jornal são todas as peças publicitárias, estáticas ou digitais, fixadas em painéis na traseira ou na lateral das bancas. 

Em um mundo onde todos são bombardeados por publicidade a cada instante, seja no on-line ou no off-line, é cada dia mais difícil para que um anunciante se destaque em meio a concorrência. É aqui que um planejamento estratégico e uma campanha bem pensada entram em ação.

E esse planejamento pode levar a escolha por anunciar em bancas de jornais e revistas. Afinal, assim como em outros formatos de mobiliário urbano, uma campanha nesse meio pode ser bem segmentada pela localização e pelo perfil do seu público-alvo.

ilustração de um ponto de mídia em relógio de rua

Tudo sobre anunciar em relógio de rua

A publicidade em relógio de rua consiste na inserção de anúncios em painéis agregados a relógios e termômetros digitais. As peças podem ser estáticas ou digitais e podem, ou não, possuir rotatividade de anúncios. A presença e o modelo dos relógios urbanos variam de acordo com as cidades.

Os tempos mudaram. Antigamente, as grandes marcas anunciavam na televisão e obtinham ótimos resultados, enquanto os pequenos anunciantes partiam para a panfletagem ou para os meios impressos locais (revistas e jornais).

Porém, acompanhando a realidade atual, o público mudou e está cada vez mais difícil de ser impactado. Por essa razão, o uso de mídias de massa com um acesso mais democrático (financeiramente falando) do que a TV passou a ser mais comum. O mobiliário urbano, em especial os relógios de rua, tem ganhado esse espaço no bolo publicitário.

Afinal de contas,  as pessoas passam horas fora de casa diariamente. São inúmeros trajetos: casa/trabalho, trabalho/faculdade, lazer, esportes, alimentação, entre outros.

OOH Cidades Inteligentes Capa

Como o Out-of-Home torna as cidades mais inteligentes?

Zagallo, ex-técnico da seleção brasileira: "Aí sim fomos surpreendidos novamente"

 

É com essa frase eternizada pelo ex-técnico Zagallo, quando o Brasil levou um verdadeiro banho tático e técnico da Holanda (à época, conhecida como Laranja Mecânica) na Copa de 1974, que queremos dizer que o out-of-home vai muito além do seu papel mercadológico.

Mais do que vender, lançar ou reposicionar um produto, serviço ou marca, anúncios em meios externos têm uma parcela fundamental no desenvolvimento de cidades inteligentes.

Em outras palavras, é uma nova forma de se trabalhar a integração entre espaços públicos e marcas e, ao mesmo tempo, ajudar a trazer mais conectividade, agilidade e eficiência às operações urbanas de uma cidade.

Mas como isso acontece sem interferir nos interesses de quem anuncia e de quem possui os veículos, ou seja, como se estabelece uma relação de ganha-ganha entre setor privado e público?

Vamos, juntos, resolver esse mistério neste texto para, quem sabe, sairmos melhores do que a nossa seleção contra a Holanda. Acompanhe!

Ilustração da NOALVO com diversos ícones que remetem a tecnologia

Por que o out-of-home cresce tanto?

Estamos vivendo um momento de mudança único no mercado de mídia. Meios antes considerados sólidos (TV, rádio e impresso) se tornando menos relevantes nos planejamentos de mídia. Muita verba fluindo de um lado para o outro, digital em um crescimento exponencial, mas um mercado super tradicional se destaca nesse cenário de extrema incerteza.

O out-of-home ou mídia exterior é, ao lado do impresso, um dos meios mais tradicionais de mídia de massa e incrivelmente consegue manter sua relevância durante os anos, com uma expectativa de crescimento médio anual de 3.9% até 2022.  Vamos explorar os segredos e indicadores desse sucesso.