Campanha da 99 sobre o alcance de 1 bilhão de viagens

A rivalidade como um elemento criativo no OOH

A concorrência é algo bastante saudável para estimular o consumo, a economia local, a inovação e, claro, a criatividade na publicidade

São vários os benefícios das campanhas que estimulam a rivalidade entre marcas. Quando bem feitas, elas podem gerar uma boa repercussão na imprensa, engajar o público nas redes sociais e dar maior alcance aos anúncios.

Se aliarmos esse recurso criativo e oportunista com a penetração que a mídia out-of-home tem (87% da população brasileira é impactada ao menos uma vez por mês), os bons resultados tendem a se potencializar.

Por isso, vamos falar sobre a importância da criatividade nos anúncios e trazer exemplos de como grandes marcas estão fazendo um bom uso da rivalidade no OOH.

Pessoas caminhando em uma rua movimentada

O OOH para classes socioeconômicas distintas

A divisão da população brasileira em classes socioeconômicas é uma das mais usadas em estudos de mercado, na política e no marketing.

A propósito, essa classificação em classes A, B, C, D ou E é uma das primeiras referências de profissionais de marketing e mídia quando vão, por exemplo, montar o planejamento para uma campanha publicitária.

Elas, de modo geral, dão um norte para essas campanhas, ajudando a filtrar as opções de formatos e meios de comunicação a serem utilizados.

O problema é quando um anunciante resolve anunciar para todas essas camadas populacionais ou quando pensam em divulgar sua mensagem em um local que não condiz muito com um determinado público. 

Por essa razão, vamos falar sobre os diferentes níveis de classificação socioeconômica e como você pode fazer seus anúncios serem mais certeiros para o seu público-alvo. 

Gráficos em um computador | A transparência nos dados na publicidade

A transparência nos dados na publicidade

Você se considera uma pessoa questionadora em relação aos dados que recebe de agências, empresas de tecnologia e veículos?

A gente sabe a pressão que rola para justificar os investimentos feitos em cada canal, tomar novas decisões sobre estratégias de marketing e provar o valor do seu trabalho.

Com a rapidez, a facilidade e a automatização nas maneiras de acompanhar o desempenho de campanhas no digital, os profissionais de marketing foram jogados contra a parede para terem, no off, uma medição mais precisa para planejar e medir os resultados de anúncios.

Só que esse é um baita desafio. Dados do Kantar Ibope Media mostram que ¾ desses profissionais têm dificuldades para mensurar os dados entre os canais tradicionais e virtuais.

Mas o que você tem feito para melhorar isso? Como você está medindo a eficiência de suas campanhas? Você realmente confia nos dados aos quais têm acesso? Bom, o primeiro passo para mudar a chavinha é a reflexão.

Mulheres reunião | Objeções em um plano de mídia

A importância das objeções em um plano de mídia

Quando precisamos montar ou receber um briefing de planejamento para uma campanha publicitária, é comum vermos descrições dos objetivos de marketing, do público-alvo ou do orçamento para compra de mídia, certo? Entretanto, tem um item tão importante quanto esses que, muitas vezes, não recebe a sua devida atenção: as objeções dos clientes.

As rejeições pessoais de quem avalia e aprova o plano de mídia, bem como as restrições da própria marca, são importantes para limitar os veículos e formatos sugeridos para a campanha na medida certa.

Por essa razão, vamos citar, neste artigo, quais objeções devem ser lembradas, seus benefícios para os anúncios e como lidar com as restrições mais exageradas.

Moedas sobre a mesa | O preço de um anúncio não é garantia de economia

O preço de um anúncio não é garantia de economia

Em campanhas publicitárias, o orçamento é um dos seus pilares. As empresas que querem anunciar buscam por estratégias e meios de comunicação que se adéquam às suas verbas, independentemente do seu tamanho. 

O problema é que, às vezes, elas querem “otimizar” os seus gastos de alguma forma, procurando pelas combinações de mídias mais baratas pensando que estão fazendo bons negócios. No entanto, essa sensação de economia pode ser uma bela de uma fake news.

No out-of-home, por exemplo, não é porque o preço de veiculação no ponto A é menor que B que ele é o mais barato de fato. Existem variáveis que pesam no preço de um anúncio e no retorno que ele pode dar para o anunciante. Neste texto, falaremos sobre elas e como você pode transformar seus gastos em mídia exterior em investimentos.